domingo, 20 de novembro de 2011

I have an addiction

Não gosto de títulos em outros idiomas, mas não tinha como ser diferente nesse post.
I have an addiction! Ou, para os que, como eu, não sabem inglês e para que não precisem ir no google tradutor, eu tenho um vício!
Péra! Eu não uso drogas. Nem lícitas, nem ilícitas. Nesse sentido eu sou bem "careta" (alguém ainda fala isso?).

Meu vício é em séries. Livros e filmes também podem entrar na categoria de vício, mas eles não chegam nem perto da minha necessidade crônica de assistir seriados. É como se seriados fossem "a minha heroína" - pra quê melhor frase pra definir do que um clichê norte-americano?


Eu juro que eu tento me controlar! Eu acompanho poucos seriados, TENTO assistir só um ou dois episódios por dia, mas... tem muitas vezes que simplesmente não dá. Principalmente quando eu invento de começar a assistir um novo seriado. Eu não consigo viver direito enquanto eu não assisto todos os episódios até o último que já foi exibido. Aí é era uma vez pra vida social, trabalhos da faculdade, estudos, leituras ou até mesmo curiosidades instrutivas.
Eu vivo em torno dos episódios que eu ainda preciso baixar e baixar e, finalmente, assistir.
Sorte que, quando eu chego no último episódio lançado, meu coração desacelera e eu consigo, tranquilamente, ficar esperando uma semana para assistir o próximo. Mas se tiver hiatus... 

Por isso que eu geralmente escolho assistir seriados que estão no início, ou que tem poucas temporadas, ou que tem poucos episódios por temporadas. Mas aí as séries entram "de férias", eu fico sem ter o que assistir, aí eu procuro por outras e começa tudo de novo.

Atualmente eu assisto Supernatural, House, The Walking Dead, Once Upon a Time (tá no começo, mas já me conquistou), Suits, Merlin (é isso mesmo!), True Blood, Glee (eu juro que é só pelas músicas) e, o que está acabando com a minha vida acadêmica no final do semestre, Dexter.
Pós-post: Já estou "em dias" com a série e a
6ª temporada tá muito, MUITO legal!!
(08/12/11)
Simplesmente não dá para me concentrar em qualquer coisa! Eu leio um texto e preciso reler o mesmo parágrafo cinco vezes para entender duas linhas, eu não consigo dormir direito imaginando o que vai acontecer, eu perco a noção do tempo e esqueço que eu tenho coisas para fazer, cantos para ir. Eu paro de entrar na internet! Eu fico pensando na próxima pessoa que o Dexter vai matar, quando é que ele vai casar com a Rita e como é que ele vai conseguir se livrar do Miguel e como é que ele vai conseguir continuar sendo um serial killer com esposa e filhos (até o momento que esse parágrafo foi escrito, eu tinha assistido até o 3º episódio da 3ª temporada - e eu comecei a assistir semana passada). É muita expectativa pra eu me saciar em apenas 50 minutos; eu preciso de mais, muito mais! 

Então... deixa eu publicar e divulgar logo esse post porque ainda tem sete episódios e outras três temporadas para eu assistir.


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Serviço de utilidade pública: se você assiste seriados, se prepare para os hiatus

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Gosto, mas não tô aguentando

Tenho um sério problema com constâncias. Explico.
Eu não me sinto à vontade por muito tempo com rotina, repetições, padrões. Eu costumo enjoar das coisas, comidas, lugares e, pior, das pessoas.
Não é que eu deixe de gostar de alguém; eu simplesmente perco a paciência com ela. Mas é só diminuir um pouquinho a convivência que esse incômodo mal-estar passa. Ainda bem!

Às vezes da uma vontade...
Sabe aquelas pequenas coisas chatas que alguém faz, mas que passam despercebidas por serem, teoricamente, insignificantes? Pois é... Depois de um certo tempo, pelo menos para mim, elas se tornam demasiadamente insuportáveis/irritantes e chegam a tal ponto que eu não consigo mais nem ouvir a pessoa nem falar ou dá aquela vontade de mandar a pessoa ir à merda e ficar por lá, ou ainda de dar um soco.
Eu me sinto um ser humano pior por causa disso. Mas é involuntário, então eu não sei o que eu poderia fazer.

Mas acaba tudo bem
O que eu sei: às vezes é preciso dar um tempo de certas pessoas. Um período, mesmo que seja curtíssimo, sem se ver ou sem se falar constantemente pode salvar uma amizade, quiçá uma relação. É nessas horas que eu acho um pouco compreensível esse povo que namora e pede um tempo. Eu sempre pensei que era desculpa para "cair na vida louca", como diz uma amiga minha, mas, ao que parece, mesmo gostando muito de uma pessoa, a pessoa fica tão saturada de uma convivência constante e ininterrupta que acaba perdendo a capacidade de relevar algumas coisas.

Piora um pouco quando se tem problemas como falta de paciência como sofre esta que vos escreve. Mas a sorte é que até as minhas inconstâncias são inconstantes, então, mesmo tendo passado por períodos de repugnância para com algumas pessoas que eu REALMENTE gosto muito, essa agonia sempre acaba passando. E que continue assim!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

para Francisco e para todos nós

Levando em consideração que literatura é a arte de compor escritos, de criar um texto, logo concluímos que um blog também é literatura. E quando esse blog vira livro então...

É o caso do blog/livro de hoje: para Francisco
Antes de dizer sobre o que "eles" falam, devo confessar que esse é um dos livros que me conquistaram pela capa. E eu segui o sentido inverso; conheci primeiro o livro para só depois visitar o blog.

Agora vamos à história. O blog surgiu como maneira de aliviar a dor da perda e de ser um ponto de referência para um filho ter a oportunidade de conhecer o pai. Explico. Guilherme Fraga morre dois meses antes do nascimento de seu único filho. Cristiana Guerra, então, se divide entre a tristeza de perder um grande amor e a alegria da maternidade, por estar carregando a maior herança e consolo que Guilherme poderia deixar: Francisco. A necessidade de lembrar para poder contar ao filho gerou o blog que comoveu amigos e internautas, e ganhou uma legião de fãs e mais de 3 mil seguidores - ele recebe mais de 2 mil visitas por dia. Resultado: acabou virando um livro.

“O livro eterniza os textos. 
É como se eu fechasse um ciclo e pudesse caminhar para a frente, 
olhar para o outro lado”


Tanto o blog quanto o livro contam histórias da Cris com o Gui (olha a intimidade), mostram cartas e e-mails trocados entre ambos. Mas também registram eventos da vida da autora/blogueira, fatos sua vida, família, desabafos, além de mensagens para alguém que ainda não tinha chegado ao mundo. De uma forma ou de outra, ela consegue tirar algumas lágrimas de quem ler os seus registros.

Hoje, com Francisco nascido (21 de março de 2007) e crescidinho, Cris Guerra utiliza o blog para registrar e compartilhar as "francisquices" do pequeno. Seu jeito moleque, fofo e até sedutor (segundo a própria mãe).

Cris e Gui
O blog
Francisco.
Hoje ele já está maior. Mas essa foto é a mais fofa de todas, então... 



Se você não clicou nos nomezinhos vermelhinhos amarelinhos lá em cima e quer conhecer os dois blogs da Cris, aí vai:
http://parafrancisco.blogspot.com/
http://www.hojevouassim.com.br/ (que fala sobre moda e estilo)


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