quarta-feira, 23 de maio de 2012

Everybody will miss

House acabou!  (muitas lágrimas)

Uma das minhas séries favoritas acabou e me deixou com esse sentimento de abandono e orfandade.
Apesar de não ter acompanhado religiosamente desde o começo, me apaixonei pela série de tal modo que, quando eu comecei a assistir de fato, não consegui mais parar. E agora que acabou, ficou aquele vaziozinho no peito e a saudade daquela expectativa para que chegasse a terça-feira para saber o que o excêntrico doutor Gregory House iria aprontar desta vez.
O que serão das minhas terças-feiras agora?

Eu até já sabia que ia acabar, mas ver aquele "series finale" mexeu com o meu coração - e com as minhas lágrimas (tô chorando há três episódios). E mesmo achando que a série não estava tão boa desde a temporada passada, nunca consegui parar de assisti e mudei totalmente de opinião neste último episódio: a série era MARAVILHOSA!


House pra mim não era apenas um seriado; era uma identificação. Porque as pessoas que gostam de séries médicas são divididas entre aqueles que gostam de House M.D. e de Grey's Anatomy, e essa simples escolha diz muito sobre quem você é. Pelo menos diz(ia) sobre mim.

Eu me identificava com ele. Admirava suas respostas rápidas (e grossas), seu jeito irônico e autodestrutivo, e, é claro, a monumental inteligência (sou fã do Conan Doyle, né?). Eu também fazia parte daquele grupinho que achava/sabia que, no fundo, ele era uma boa pessoa.

"Everybody lies" pra sempre será verdade.


Enfim, SPOILERS.
O último episódio conseguiu, inesperadamente, ser como eu esperava. Comassim?
O mundo sabe que House é inspirado em Sherlock Holmes. No quarto livro de Conan Doyle todos acham que o detetive morreu e depois descobrem como ele enganou a todos. O querido Gred não poderia fazer nada menos do que isso, né?
Só senti fala de uma apariçãzinha da Cuddy, mas nada é perfeito.

Então, como disse um amigo meu: Adeus! Foi um prazer Dr. House!

domingo, 20 de maio de 2012

Não gosto de pessoas

Calma! Não sou também uma daqueles entusiastas que preferem os animais aos seres humanos; eu sou só alguém bastante antissocial.

Às vezes eu só quero ficar só
Não é que eu realmente não goste de pessoas e não suporte o contato humano; eu só não tenho paciência o tempo todo para isso, ou eu simplesmente não suporto passar muito tempo numa situação não favorável aos meus próprios interesses para garantir os interesses de outras pessoas. Em outras palavras: tem horas que tudo o que eu quero é ficar só.

Alguns dirão que eu sou egoísta. Longe de mim discordar totalmente. Mas, se observarmos a situação mais atentamente, eu só faço o que as outras pessoas não são obrigadas a fazer: eu penso na minha própria satisfação em termos de ambiente e companhia.

Tenho um sério problema em permanecer muito tempo em determinados lugares e em situações que não são idealizações minhas. É porque se torna inevitável, em algum momento, o sentimento de ‘antissociedade’ atacar e eu começar a me perguntar: “o que diabos eu estou fazendo aqui?”. Não é que as pessoas sejam chatas e o lugar não seja interessante (ou é isso mesmo); apenas eles não combinam comigo. Pelo menos não por tanto tempo e ininterruptamente. Sem falar nas vezes que se vai para tal lugar, sem o mínimo vestígio de vontade, devido à insistência intermitente de outrem.
Não tem como aguentar por muito tempo, né?

De qualquer forma, eu sou uma pessoa muito estranha, com gostos e vontades bem ‘peculiares’ (o que não quer dizer refinado), um temperamento bem atípico e uma capacidade incrível de perder a paciência ou enjoar rapidamente de determinada situação.

Sorte que ainda podemos contar com o bom e velho livro e com a ajuda da tecnologia (benditos sejam os celulares e a maravilhosa internet – sualinda) para nos ajudar a passar por isso (ou escapar disso).



Livro e celular:
aquilo que
não se pode
tirar da bolsa.